Uma das ideias do
plano de António Lamas é o alargamento do CCB
Fernando
Medina critica Plano Estratégico para Belém e pede extinção de
estrutura
Câmara
de Lisboa identificou 42 edifícios municipais com amianto. Remoção
deverá ocorrer até ao fim do mandato
“Este
processo não começou bem, prosseguiu pior e esperemos que tenha um
final feliz, com a extinção da equipa”
Inês Boaventura / 11-11-2015 / PÚBLICO
O Plano Estratégico
Cultural da Área de Belém, que foi tornado público no mês de
Setembro, “não vincula a câmara nem nenhuma das suas
instituições”. Quem o diz é o presidente da Câmara de Lisboa,
que considera que o único “final feliz” para um processo que
“não começou bem e prosseguiu pior” seria a “extinção” da
estrutura de missão presidida por António Lamas.
“A Câmara de
Lisboa não teve qualquer participação na elaboração do
relatório”, lamentou Fernando Medina, referindo-se ao plano, que,
entre outros aspectos, propõe a criação de percursos temáticos
relacionados com os Descobrimentos, a criação do Distrito Cultural
de Belém e a ampliação do Centro Cultural de Belém (CCB).
Respondendo a uma
pergunta do deputado comunista Modesto Navarro, que criticou a “visão
mercantilista” do documento apresentado pelo anterior Governo,
Fernando Medina garantiu que “a câmara não foi ouvida nem
consultada”. Isto, garantiu, apesar de a autarquia ter manifestado
“total disponibilidade para um trabalho em conjunto”.
O autarca
socialista, que falava na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa
de ontem, acrescentou ainda que a autarquia “decidiu não integrar
o conselho consultivo” que foi criado para apoiar a estrutura de
missão coordenada pelo presidente do CCB. “Este processo não
começou bem, prosseguiu pior e esperemos que tenha um final feliz,
com a extinção da equipa e a confinação ao que são as
competências próprias de cada um”, concluiu.

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