International
Viktor
Orbán: "Donald Trump ate Von der Leyen for breakfast"
Hungarian
Prime Minister Viktor Orbán joined the chorus of criticism that rose overnight
to lament the agreement reached between the US and the EU: tariffs were set at
15%.
Margarida
Vaqueiro Lopes
Published
to:
28 Jul 2025,
11:05
Updated to:
28 Jul 2025,
11:05
After Donald
Trump's announcement about the trade agreement that was finally closed between
the United States of America (USA) and the European Union (EU), reactions are
beginning to be heard, with many countries showing discontent with the
"unbalanced" understanding reached by the President of the European
Commission, Ursula Von der Leyen.
After France
and Italy, it was Hungary's turn. In the podcast 'Hour of the Warriors',
broadcast this morning on Facebook, Viktor Orbán said that the agreement
reached by the EU was worse than the one established by the United Kingdom
(tariffs are 10% for products from that country) and that "this is not an
agreement".
"Donald
Trump ate Von der Leyen for breakfast. This is what happened and what we
suspected would happen," said the minister, quoted by Antena 1.
The
Hungarian leader did not spare his criticism of the president of the European
Commission, classifying the US president as "a heavyweight when it comes
to negotiations" while Von der Leyen is "a featherweight".
Washington
and Brussels closed a trade agreement this Sunday, July 27, a few days before
the August 1 deadline that had been set by Donald Trump - and from which it
would apply a 50% tariff to all products imported from the EU, if there was no
agreement.
After a
meeting between the US president and European Commission President Ursula von
der Leyen in Scotland, the two blocs agreed to set a 15% tariff.
"This
is the biggest [deal] ever," Trump said after a meeting that lasted about
an hour.
The
agreement aims at the European commitment to purchase US energy worth US$750
billion and the investment of an additional US$600 billion.
Internacional
Viktor
Orbán: "Donald Trump comeu Von der Leyen ao pequeno-almoço"
O
primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, juntou-se ao coro de críticas que
durante a noite se elevaram para lamentar o acordo conseguido entre EUA e UE:
as tarifas fixaram-se nos 15%.
Margarida
Vaqueiro Lopes
Publicado a:
28 Jul 2025,
11:05
Atualizado
a:
28 Jul 2025,
11:05
Depois do
anúncio de Donald Trump sobre o acordo comercial que foi finalmente fechado
entre os Estados Unidos da América (EUA) e a União Europeia (UE), as reações
começam a fazer-se ouvir, com muitos países a demonstrarem descontentamento
pelo "desequilibrado" entendimento conseguido por pela presidente da
Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen.
Depois de
França e de Itália, foi a vez da Hungria. No podcast 'Hora dos Guerreiros',
transmitido esta manhã no Facebook, Viktor Orbán disse que o acordo conseguido
pela UE foi pior do que o estabelecido pelo Reino Unido (as tarifas são de 10%
para os produtos daquele país) e que "isto não é um acordo".
"Donald
Trump comeu Von der Leyen ao pequeno-almoço. Foi isto que aconteceu e que
suspeitávamos que aconteceria", afirmou ainda o governante, citado pela
Antena 1.
O líder
húngaro não poupou nas críticas à presidente da Comissão Europeia,
classificando o presidente dos EUA como "um peso pesado quando se trata de
negociações" ao passo que Von der Leyen é "um peso-pluma".
Washington e
Bruxelas fecharam este domingo, 27 de julho, um acordo comercial, poucos dias
antes do prazo de 1 de agosto que tinha sido determinado por Donald Trump - e a
partir do qual aplicaria uma tarifa de 50% a todos os produtos importados da
UE, se não houvesse acordo.
Após uma
reunião entre o presidente norte-americano e a presidente da Comissão Europeia,
Ursula von der Leyen, na Escócia, os dois blocos acordaram fixar uma tarifa de
15%.
“Este é o
maior [acordo] de todos”, disse Trump após uma reunião que durou cerca de uma
hora.
O acordo
visa o compromisso europeu sobre a compra de energia norte-americana no valor
de 750 mil milhões de dólares e o investimento de 600 mil milhões adicionais.

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