Heathrow and Ryanair reveal further huge losses
Coverage By
Richard
Reeves
https://qnewscrunch.com/travel/heathrow-and-ryanair-reveal-further-huge-losses/
Two giant
aviation firms have announced further huge losses as Covid-related restrictions
continue to stifle international air travel.
Heathrow,
formerly the busiest airport in Europe, lost £348m during the first six months
of 2021. Passenger numbers are expected to be even lower overall this year than
they were in 2020.
Passenger
traffic was around one-10th of the comparable spell in 2019. During the course
of this year, the airport expects to handle 21.5 million passengers. This
represents a 73 per cent decline compared with 2019, and representing a 3 per
cent fall on last year – when January and February traffic levels performed
well.
Heathrow’s
prediction assumes “the expected gradual addition of countries to the UK
government’s ‘green list’ over the balance of the year”.
The airport
said the UK government’s decision not to recognise foreign-administered
vaccines for the purposes of avoiding quarantine was partly responsible for
Heathrow slipping further behind European rivals.
While
travellers who have been vaccinated in the UK by the NHS need not self-isolate
on return from more than 150 “amber list” countries, all other passengers from
those nations must quarantine.
“Britain is
losing out on tourism income and trade with key economic partners like the EU
and US because ministers continue to restrict travel for passengers fully
vaccinated outside the UK,” the airport said in its statement.
Europe’s
biggest budget airline, Ryanair, lost an average of €3m (£2.6m) each day
between April and June. This was even higher than the same quarter in 2020,
when traffic collapsed altogether.
In that
spell, Ryanair flew only 500,000 passengers – compared with 8.1 million over
the same quarter in 2021.
The average
loss per passenger was £29 between April and June 2021.
“Bookings
were close-in and at low fares,” said the chief executive of Ryanair’s holding
company, Michael O’Leary. He blamed “significant uncertainty around travel
‘green lists’ (particularly in the UK) and extreme government caution in
Ireland” for the continuing losses.
“Covid-19
continued to wreak havoc on our business during Q1 with most Easter flights
cancelled and a slower than expected easing of EU government travel
restrictions into May and June,” he said.
The
proportion of seats on each flight sold, known as load factor, rose from 61 to
73 per cent. The usual average is in the low nineties.
Ryanair has
recruited additional cabin crew to try to take advantage of the relaxation of
Covid restrictions in the summer, though average summer fares are lower than
pre-pandemic levels.
The airline
introduced the Boeing 737 Max – for which Ryanair has a special high-capacity
variant – and said feedback from passengers was “resoundingly positive”.
Ryanair regista perdas de 47% no primeiro trimestre
fiscal
A Ryanair perdeu 272,6 milhões de euros entre abril e
junho
JN/Agências
Hoje às 09:26
A companhia aérea
irlandesa de baixo custo Ryanair perdeu 272,6 milhões de euros no primeiro
trimestre fiscal (abril-junho), mais 47% do que em igual período no ano
passado.
A empresa com
sede em Dublin indicou esta segunda-feira que a pandemia de covid-19 continua a
"causar estragos" no setor apesar de as vacinas e a introdução de
certificados digitais na União Europeia terem impulsionado "com
força" as reservas para o verão.
Através de um
comunicado, a Ryanair assinala que o trânsito de passageiros aumentou 7,6% no
primeiro trimestre, relativamente a 2020, até aos 8,1 milhões de euros elevando
a faturação a 196%.
A Ryanair refere
também que registou melhorias no índice de ocupação (medição do número de
lugares ocupados em cada voo) passando de 61% para 73% tendo verificado um
aumento de 116% nos custos operativos, até aos 675 milhões de euros.
"A
(pandemia) de covid-19 continuou a causar estragos no nosso negócio durante o
primeiro trimestre. A maior parte dos voos foram cancelados durante a Semana
Santa porque o levantamento das restrições por parte do governo na União
Europeia foi mais lenta do que o previsto", explicou ainda nota de Michael
O'Leary, da Ryanair.
De acordo com
O'Learey "ainda existe grande incerteza" no setor mas acrescentou que
se a "pandemia não provocar mais contratempos" e caso se mantenha o
ritmo atual de reservas a companhia pode vir a transportar quase nove milhões
de clientes entre julho e 10 de agosto.
Neste contexto, a
Ryanair que lidera na Europa a venda de voos de baixo custo, anunciou em junho
que prevê contratar mais dois mil pilotos "na reativação do setor".
Desta forma, a
Ryanair confirmou esta segunda-feira o envio de um pedido para 12 novos aviões
Boeing 737-8200 "Gamechanger" em agosto, depois de ter recebido um
primeiro lote de aparelhos em junho.


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